Uma introdução ao Ceticismo Político: Como Oakeshott nos explica o Brasil – Beatriz Ferrarez

Uma introdução ao Ceticismo Político: Como Oakeshott nos explica o Brasil – Beatriz Ferrarez

 

“Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência”. 

(Romanos, 13; 5).

A história da humanidade perpassou e ainda perpassará na figura de Jesus Cristo, não somente o mundo Ocidental que obtém grande parte dos adeptos ao cristianismo. Mas o mundo como um todo, já que nos pautamos pela Sua existência e Sua morte. Como bem descreveu o ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Bezerra de Melo, a nossa jornada evolutiva é “marcada por inúmeros erros nascidos da ambição desmedida, do egoísmo e do orgulho; enfim, da ignorância…”. 

Nós nos utilizamos da persona do Deus para justificar as nossas maiores atrocidades; desde o nascimento desta civilização até o século XX, o qual marcou definitivamente a nova modernidade – a contemporaneidade – transformando a civilização, ou o que sobrou dela, em testemunha de uma das piores eras já vivenciadas. No entanto, nunca ficamos contentes com o que nos é apresentado, pelo contrário, somos seres gananciosos e, portanto, precisamos de mais e mais poder. 

A partir desse espírito humano, construímos no decorrer da civilização o que chamamos de império e, logo após, a soberania, a qual é definida por Nelson Lehmann como “algo quase físico, que se transfere de uma parte contratante para outra, desviando-se da tradicional ideia de permanente responsabilidade e participação no Poder”. Há tempos o conceito de soberania tem sido discutido entre estudiosos e soberanos, aliás, é um tema que requer muita atenção, uma vez que, atualmente, é alvo de debates, em essência, internacionais. Mas, o problema em si não se trata da soberania no sentido de país – Estado. Encontra-se, em verdade, da problemática do homem. 

Nesse contexto, devemos analisar a soberania partindo da perspectiva do homem que subjugou o Poder Espiritual – transcendental – passando assim, a considerar-se uma espécie de “semideus” formando justamente o espírito vil do indivíduo, já que o Poder Político passa “a ser propriedade indivisível, não admitindo graus de participação e pairando acima dos sujeitos que representava”. Com isso, já sabemos o que acontece: a fusão entre a Igreja e o Estado. 

Houve, por muito tempo, a presença da Igreja como forte desenvolvedora de moralidade e respeito diante da sociedade medieval, a priori. Contudo, essa onipresença captará grande parte da sociedade civil da época que, entenderá – e só compreenderá que –, com o Estado submisso aos poderes divinos a comunidade prosperará.

Na visão de Rousseau, nos tempos da Revolução Francesa, o ápice dos ideais revolucionários e libertadores. Querendo os cidadãos franceses, de qualquer modo, promover o que o doutrinador denominou “vontade geral”, aquela que só pode ser exercida pelos cidadãos – a voz do povo –, promoveu a criação de uma religião civil, sendo esta aprimorada a partir da transferência supracitada. Quer dizer, tirando a figura da Igreja do centro do Governo, logicamente que o Estado permanecerá com um vazio que, obviamente, precisará ser preenchido. Esse vácuo será contemplado pela personificação do governante em Deus, logo, a devoção da sociedade civil caberá não à Pátria propriamente dita, mas sim a devoção será ao governante, pois, não podemos abolir a religião, apenas desconcentrá-la do Estado. No entanto, a sua presença se faz importante para a permanência de uma esperança, já que sem ela não somos capazes de sobreviver. 

 

Após a queda do teocentrismo, ideal do qual estabelece que Deus (O Criador) está no centro do Universo e somente ele pode e controla as ações humanas. A humanidade passa a caracterizar a figura do homem em não só a Sua imagem e semelhança como também em seu aspecto espiritual, isto é, a modernidade foi capaz de reconfigurar a ordem antiga, assim, pôs-se a uniformizar a nova hierarquia, composta por: Deus; o príncipe – soberano – e os vassalos. 

A partir dessa nova remodelação as funções governamentais foram postas à prova, e o Estado fez a “decapitação de Deus”, transformando-o em um novo “símbolo de legitimação”. Nas palavras de Eric Voegelin, esta nova estrutura recebe o nome de “divinização da hierarquia terrestre”, pois já houve a quebra com o criador, agora quem tenta se encarregar deste papel é o soberano – o governante – que capta para si o poder divino. 

Entretanto, para que haja a verdadeira submissão dos vassalos ao soberano, se faz mais que necessário a “união do culto tribal”, o que quer dizer, a junção de uma comunidade de indivíduos que compactuam do mesmo pensamento, e ainda, demonstrarem lealdade de compaixão para com aquele que vos serve. 

A ecclesia – a comunidade – o corpo místico de Cristo (o Povo entre os povos), é convertido na mais pura soberba do ser, já que com a troca das realidades o indivíduo não encontra mais resposta – esperança – para a vida. Contudo, a substituição realizada pelo governante que finge tomar as rédeas da situação, quando, na verdade, implanta o que denominamos de lavagem cerebral, ou ainda, dissonância cognitiva, transporta o vassalo para um mundo paralelo – corpus mysticum – que, de acordo com Voegelin: 

A função do soberano recebe, assim, o seu estatuto próprio no corpus mysticum. Não existe fronteira entre o domínio político e o domínio religioso; o corpus mysticum é uma unidade articulada sobre ela própria, na qual coexiste o sacramento da unção real a par do sacramento da ordenação de sacerdotes; o exercício do ofício real tornou-se uma função sagrada, entre outras.

Comprova-se, portanto, que o Estado tomou para si o poderio da divindade, personificando todos os seus agentes em um símbolo enigmático e salvador, cujo prestará auxílio somente àqueles que se esvaziaram do Ser Superior. Logicamente que a explicação para essa separação terrena e espiritual pode ser identificada de diversas formas, mas, para esta análise, o porquê se encontra na racionalização da política – a falsa ideia de que somos seres racionais. 

Assim, ainda na intenção de compreender a nova hierarquia imposta pelo desaparecimento de Deus e a fortificação do Soberano – governante – Voegelin descreve a composição do novo grupo social que se unirá para plantar universalmente o seu modus operandi

É igualmente aqui, em função da situação social e histórica […] que a ideia de igualdade se viu aprofundada na ideia de que só podiam ser inteiramente membros da comunidade aqueles que também são iguais no espírito; é por esta razão que a ecclesia intramundana reage ai com uma sensibilidade particular face a tudo o que poderia ameaçar este espírito que mergulhou na fonte da comunidade dos iguais. Através da psicologia educativa e do esforço de assimilação, desenvolveu os meios para que os elementos heterogêneos que na época da imigração tinham constituído o corpus natural pudessem ser integrados num corpus espiritual. E mesmo aqui, onde a ecclesia intramundana se encontra em violenta confrontação religiosa com a ecclesia cristã, assim como no nacional-socialismo alemão, a existência de conformidade espiritual deste último mais não fez que perpetuar a forma elementar do corpo místico unido pelo pneuma, da mesma forma que a caridade cristã se perpetua nas formas secularizadas que constituem os serviços de assistência aos indivíduos em desvantagem social.  

O corpo civilizacional do qual Voegelin comenta é o mesmo criado por grupos da extrema política aqui no país. Se partirmos desde a redemocratização com a nova Carta Magna de 1988, teremos o nascimento do sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva que, de algum modo, perpetuou o seu ideal de governo em cidadãos que, até os dias atuais, possuem grande admiração e devoção ao ex-presidente. E, por pautarmo-nos na figura do Messias – ou salvador da Pátria – que, qualquer tentativa de uma construção contrária a essa visão enraizada terá uma pequena – quase ínfima – probabilidade de prosperar.

Basta que analisemos a situação em que o Brasil se encontra, Jair Bolsonaro lança-se ao cargo de presidente da República não para “mudar o que está aí” e, muito menos, para trazer à sociedade brasileira luz e crescimento de país. Como bem reforça o famoso ditado: quem não conhece que te compre. Jair além de ser mais do mesmo, construiu uma gama de não só apoiadores, como também devotos a sua religião bolsonarista – a seita – que desistiu da figura Divina para apenas se alimentar da retórica do ódio: a linguagem como disseminação e, agora, o pensamento como unificação de seu mal.

No entanto, não se trata apenas da dicotomia entre extremos, ou mesmo, dos nomes da politicagem no Brasil, o que realmente interessa é a mentalidade brasileira que tem sido dissolvida a esmo, isto é, levada ao abismo – no intuito de reformulação do entendimento natural, com isso não se revela a evolução do ser em questionar-se, mas sim, da quebra da estrutura do pensamento – a vontade do soberano (que se vê sob o espelho do Semideus) não é de esclarecer a mente do indivíduo, muito pelo contrário: é fazer com que o vassalo se coloque na posição de inferioridade, passando a pautar-se somente por aquele espectro – a bolha cognitiva. 

Esse comportamento resume grande parte do problema em que não só o Brasil tem enfrentado, os Estados Unidos da América enfrentaram no final do ano de 2020, durante as eleições presidenciais em que Donald Trump concorreu em busca da reeleição. O ex-presidente transformou o país americano em um completo circo, chamando indiretamente os seus devotos às ruas para cumprirem a agenda – o estereótipo do eleitor trumpista.   

Na busca por uma terceira via, o pré-candidato à presidência Ciro Ferreira Gomes, já tem construído a sua linguagem para cooptação dos eleitores-opositores de Lula e Bolsonaro, tendo em vista as manifestações por meio das mídias sociais. Tanto é que o seu último vídeo postado no twitter é o exemplo crasso de alguém que está tentando se viabilizar para o cargo de presidente da República. 

Ciro sob um ar austero e sereno traz à tona a discussão a respeito da política e da religião, desenvolvendo a máxima de que ambas não são conflitantes, uma vez que o princípio base da política seria a Constituição enquanto da religião a Bíblia. E, a partir disso, Gomes sobe num palco novo, este é fortalecido pela presença do cristianismo, o qual, de fato, é muito presente em nosso Estado. 

Durante o vídeo, Ciro propõe ser a alternativa para a reconstrução do Brasil que, de acordo com o mesmo, só será prospera se a espiritualidade caminhar junto dos anseios brasileiros. Porém, devemos compreender a visão do político segundo a sua vontade em querer vencer. Os tempos atuais nos demonstraram que acostumamos a buscar fazer aquilo que ainda não foi feito, contudo, partindo dessa vontade humana, somos tentados a cair no mais do mesmo, por mais que a intenção do mundo tecnológico e instrumentalizado seja de revelar o seu caráter excepcional. 

 

III. 

Na realidade invertida ministrada pelo diretor Christopher Nolan, em seu último filme lançado: “Tenet” (2020); é possível observar a estrutura que nos cerca diante da visão limitada, por razão disso que entramos no tópico da aparição do problema. 

Só há uma possiblidade de viver e essa é herdada da segunda lei da termodinâmica, isto é, a entropia. Nolan, como sempre, utiliza-se de um conceito físico para explorar e criar uma obra-prima da ficção científica, desse modo, nos propõe a seguinte reflexão: e se o futuro conversasse com o passado? 

A segunda lei da termodinâmica é clara, não há como mudar o espaço-tempo, isso quer dizer que só andamos para frente e todas as coisas ocorrem para o futuro e nunca para o passado. No entanto, o diretor explora essa dinâmica, mostrando-nos quais seriam os resultados se a realidade pudesse ser invertida – se o tempo mudasse o seu rumo. E esse questionamento também nos faz refletir a respeito do caminho em que a democracia – O Estado Democrático de Direito – está seguindo. 

A palavra chave para essa interpretação é a ambiguidade, tanto é que o filósofo Michael Oakeshott despertou o seu estudo da política do ceticismo a partir da conclusão da ambiguidade da linguagem do discurso político, principalmente quando cita as três bases de informação sobre o nosso entendimento do governo como também acerca do que é próprio da atividade de governar, sendo esses: o padrão da prática; o discurso e os escritos. Estes representam respectivamente uma fonte confiável, uma mais abundante e reveladora e a mais difícil de interpretar. 

Levando em consideração para esta análise o padrão da prática, no Brasil, é fácil explicar a mimética que temos utilizado para vender e disseminar visões extremistas de doutrinas políticas. Mas, afinal, o que isso realmente significa? Oakeshott assinala que: 

O uso do vocabulário ambíguo pode, às vezes, influenciar a conduta, abrindo a porta para uma ambivalência invasiva, nutrir uma ambivalência latente ou mesmo suscitar a própria conduta ambivalente ao sugerir iniciativas contraditórias. 

Desse modo, acabamos por aceitar a visão limitada das coisas, construindo um entendimento atrofiado e parado no tempo; pois nos equivocamos ao complicar os termos que, anteriormente, não precisavam, ou melhor, não tinham um duplo sentido.  Mas agora tem, uma vez que o soberano – o governante – trabalha para a produção de uma sociedade transformada pela dissonância cognitiva.

Nessa seara, pratiquemos o ato de trazer essa explicação para o mundo visto a partir das redes sociais, e então, obtemos: um grupo sólido e autodeterminado que é caracterizado pela figura mítica do governante, cujo projeta por meio da tecnologia a sua essência caótica; produzindo, deste modo, o que denominaremos de ambiguidade. Esta ambiguidade fará com que o indivíduo diminua a sua capacidade para raciocinar, o que acarretará no irracionalismo da política e, consequentemente, a fé incontrolável pelo soberano.

Temos tratado, portanto, do milenarismo, que é “toda e qualquer doutrina, crença ou movimento social que acredita na existência de um ideal de salvação ou perfeição da humanidade”. A política, mais especialmente os políticos tendem a se promoverem por meio da ideia de salvação, justamente encarnando a persona de Jesus Cristo – o qual será sempre crucificado pelos nossos pecados.  

Não à toa que Michael Oakeshott descreveu as minúcias do ato de governar quando os políticos se pautam pela fé para criarem os seus castelos de cartas marcadas e vidas perdidas, pois sim, a devoção exacerbada faz com que a nossa visão se limite em relação à realidade, e acabamos por produzir a realidade invertida de Christopher Nolan; a vida vira uma confusão e não sabemos mais no que crer: ou na mensagem do zap profundo; ou na manchete do jornal. Logo: 

Na política da fé, a decisão e a iniciativa políticas e a iniciativa podem ser entendidas como respostas a uma percepção inspirada do que é o bem comum ou podem ser entendidas como a conclusão do que acompanha um argumento racional; mas jamais podem ser entendidas como um expediente temporário ou apenas como algo que se faça para manter as coisas funcionando. Como resultado, nessa compreensão da política as instituições de governo serão interpretadas não como meios para fazer as coisas, ou para permitir decisões que qualquer ordem, mas como meios para se chegar à “verdade”, ou para excluir o “erro” e para fazer a “verdade” prevalecer. 

No entanto, a arte de governar não deve se pautar na verdade suprema, ou melhor, na busca pela perfeição da sociedade, que esta só seria verdadeira se se subsumisse ao anteprojeto revolucionário do grupo superior. A arte de governar está, justamente, na ideia de que não há perfeição a ser seguida, mas sim as regras preestabelecidas, conjuntamente da civilidade que requer um alto poderio. 

 

Considerando que a política do ceticismo seja mais vantajosa para o indivíduo do que a política da fé. Perceberemos que o ceticismo não é não crer na atividade de governante, ou ainda, não crer que o governante seja bom para o país. Na verdade, o ceticismo transporta o cidadão para outra visão de mundo: a mais ampliada. Porque, nela, os cidadãos têm mais alcance e flexibilidade em suas ações e pensamentos, isso quer dizer que, nas palavras de M. Oakeshott: 

[…] a política do ceticismo compreende a atividade de governar de forma bastante específica, desvinculada da busca da perfeição humana. Intelectualmente, esse desprendimento é alcançado quando a perfeição deixa de ser percebida como uma condição mundana das circunstâncias ou, no caso de sua busca ser reconhecida como própria da humanidade, não é o governo encarregado de tomar conta dela. 

Quando formos despertados por essa consciência de que não cabe ao governante cuidar da nossa salvação e perfeição, pois esta tarefa só compete ao Ser – Ser Soberano – poderemos deixá-lo, quem sabe, distante das justificativas egoístas e desastrosas para tudo que temos produzido neste mundo. 

“Eu só saio daqui se Deus me tirar”. Este é mais que um exemplo, é a completa reversão da realidade do mito que se elegeu para comandar este país. Como caberá ao Ser Divino, se o senhor governante já tomou para si esse lugar hierárquico? 

Como podemos insistir na ideia de um livramento se ainda não conseguimos nos responsabilizar por pequenos atos esdrúxulos do dia a dia? 

A composição do racionalismo político fez com que acontecimentos como o descaso, negacionismo e incompetência do atual presidente vingassem numa espécie de religião civil – o culto tribal ao soberano pré-instituído. O ceticismo que Jair Bolsonaro e sua patota argumentam ter, na realidade, é a configuração do caos para que a sua ordem barbárie seja contemplada por todos os seus devotos. Mas: 

Para o cético, há uma espécie de barbárie na ordem que deve ser evitada tanto quanto a barbárie da desordem; a barbárie da ordem surge quando a ordem é buscada por si mesma e quando sua preservação envolve a destruição daquilo sem a qual ela se torna apenas a ordenação de um formigueiro ou de um cemitério. 

 

Assim, sendo o cemitério o nosso atual momento, o governo diuturno nada faz para que a peste que nos cerca seja realmente combatida, não. O governo Bolsonaro elevou o seu estágio e o que disseminou foi à imposição de uma única conduta moral “verdadeira” ou direção, às atividades de seus governados. 

Porém, não cabe ao governante decidir a maneira certa ou errada da sociedade agir ou reagir; uma vez que a única preocupação que o governo deve ter é o efeito da conduta na ordem pública. 

Em essência, a política do ceticismo é específica para quem não se pauta por meio do populismo e nem do patrimonialismo, já que os governantes, 

ocuparão um lugar honrado e respeitável, mas não elevado; sua qualidade mais notável será que não pretendam reivindicar uma capacidade divina para dirigir as atividades de seus governados – dis te minorem quod geris, imperas

A política após o seu desencantamento e estranhamento com Divino pôs-se a idealizar-se e crescer por meio da circunstância mundana, ou seja, sem pensar nas consequências de uma vida sem a esperança em Cristo – Ser Superior – a comunidade intramundana passou a configurar o polo inverso: o governante se auto institui o Deus inabalável. E, com isso, todos nós passamos a viver sob a vontade do Soberano.

Entretanto, a modificação da hierarquia anteriormente estabelecida acarretará em prejuízos futuros, dos quais todos nós deveremos pagar, pois como podemos “decapitar o Deus” e sair impunes? O mundo não nos pertence por absoluto, há quem nos faça inferiores diante do nosso pecado. 

Porém, os constituidores dessa nova ordem que, a partir da ambivalência confundiram toda uma geração utilizando-se somente da linguagem profana para cooptar suas mentes, serão, no final, responsabilizados, ou pelo mundo terreno, ou pelo mundo espiritual, mas de uma forma ou de outra, pagarão por todo o mal que disseminaram aos indivíduos pobres de espírito, tendo em vista que os governantes tiranos não existem per si, eles precisam que uma gama de apoiadores os venerem.

 Jesus Cristo enquanto a sua passagem aqui na terra, em nenhum momento se disse o Deus dos Deuses, muito pelo contrário, Jesus prestou o verdadeiro auxílio a todas as almas perdidas e desamparadas, fazendo nascer à esperança que faltava no ser humano, contudo, não aproveitamos o seu caminho trilhado pelo nosso mundo. Na verdade, “ainda estamos condenando Cristo em nossos enganos cotidianos, mas seguimos em progresso evolutivo na direção da luz redentora”. 

Essa luz redentora não se reflete na imagem do homem terreno, por mais que este tente a partir do que George Orwell ministrou em o Grande Irmão – aquele que tudo pode e controla por meio de sua própria tirania –, porque foi tomado pelo espírito vil do tempo – O Ego e o Superego. 

 

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